MS tem saldo negativo na geração de empregos, pelo 3° mês seguido

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Sexta-Feira, 20 de Outubro de 2017 - 08h01

Pelo terceiro mês consecutivo, Mato Grosso do Sul registrou saldo negativo na geração de empregos formais. Em setembro, foram fechados 199 postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho.

Conforme o levantamento, foram admitidas 18.346 pessoas contra 18.545 demissões. Saldo é muito inferior em comparação ao registrado no mesmo período do ano passado, quando mês fechou com resultado positivo de 1.368 empregos formais.

Construção civil foi o setor de atividade econômica que mais demitiu, com – 562 postos de trabalho, seguido por agropecuária (- 296), comércio (-71) e administração pública (-3).

Já a indústria de transformação foi o setor que mais gerou empregos, com 366 novas vagas. Também tiveram resultado positivo o setor de serviços (356), extrativa mineral (7) e serviços industriais de utilidade pública.

Entre os municípios com mais de 30 mil habitantes, Paranaíba foi o que teve melhor saldo entre contratações e demissões, com 423 novas vagas, seguido por Campo Grande (292), Dourados (195), Corumbá (121) e Aquidauana (35),

Três Lagoas demitiu mais pessoas, o que pode ser explicado pelo término das obras da fábrica de celulose da Fibria, e fechou o mês com menos 761 vagas. Também tiveram saldo negativo os municípios de Maracaju (-70), Rio Brilhante (-59), Nova Andradina (-57), Ponta Porã (-38), Naviraí (-20), Amambai (-18), Coxim (-17) e Sidrolândia (-12),

No acumulado de janeiro até setembro, Mato Grosso do Sul apresenta saldo positivo, com geração de 3.241 empregos, com 186.410 admissões e 183.169 demissões. Já nos últimos 12 meses, acumulado é de – 5.890 postos de trabalho.

No Brasil, foram criadas 34,4 mil vagas de emprego formais em setembro. O resultado é o sexto aumento consecutivo neste ano e o melhor resultado para o mês desde 2014. No acumulado do ano, saldo positivo é de 208.874 empregos, aumento de 0,5% em relação ao estoque de empregos de 2016.

Fonte: Portal Correio/ Estado

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