Casos de gripe em Goiás, deixa em alerta o Mato Grosso do Sul

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Quarta-Feira, 11 de Abril de 2018 - 07h41

Os inúmeros casos de gripe no estado vizinho, Goiás, deixam o sul-mato-grossense em alerta para o início do período de vacinação, adiado para o dia 23 de abril. A imunização estava prevista para ocorrer a partir do dia 16 de abril, porém, entraves na fabricação e logística dificultaram a distribuição.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), em 2018 foram notificados dois casos de influenza H1N1, dois casos de H3N2 e dois casos de influenza B. Além de um óbito confirmado por H3N2, em Campo Grande. A vítima, morta no dia 17 de março, tinha 58 anos e era do grupo de risco por ser diabética e hipertensa. Esta foi a primeira morte do ano por conta de gripe.

Em Goiás, a situação é muito mais grave. A Secretaria Saúde do estado (SES) contabilizava até anteontem 44 casos da doença. Até a última atualização, foram registradas cinco mortes por conta do vírus H1N1, uma morte por H3N2 e outras 35 por outras variações da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Até o mês passado, em MS, 40 pacientes estavam internados por Srag.

A campanha de vacinação vai acontecer até o dia 1º de junho. Em nota, a SES afirmou que ainda não recebeu as doses da vacina que serão encaminhadas pelo Ministério da Saúde. ““A quantidade de doses só será informada quando a entrega for efetivamente realizada, o que deve acontecer em breve”.

BAIXA PROCURA

No ano passado, houve baixa procura da população para receber a vacina contra a Influenza. O período de vacinação chegou a ser prorrogado para que todas as pessoas dos grupos de risco recebessem a proteção. Em Naviraí, a prefeitura abriu o procedimento para toda a população depois que houve sobra da vacina.

No Estado, a expectativa era de que 197.737 recebessem a vacinação em 2017, de acordo com a Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica. Depois de o prazo ter vencido, apenas 52% da cobertura vacinal tinha sido protegida.O poder público justificou essa baixa procura alegando que não havia epidemia recente da doença.

Fonte: Redação

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