Quarta-Feira, 27 de Janeiro de 2021

Custando até R$ 85 em MS, gás de cozinha é reajustado em 5% pela Petrobras


No acumulado do ano, aumento é de 21,9% no botijão de 13 quilos do gás
Gás de cozinha foi reajustado em 5% nas distribuidoras - Foto: Valdenir Rezende / Arquivo / Correio do Estado

O gás de cozinha ficará mais caro a partir desta quinta-feira (3). A Petrobras anunciou aumento de 5% no preço médio do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) nas distribuidoras.

Em Mato Grosso do Sul, conforme a Agência Nacional do Petróleo (ANP), preço médio do botijão de 13 quilos é de R$ 72,39, variando entre R$ 65 a R$ 85.

Com o aumento, o preço médio da estatal às revendoras será equivalente a R$ 33,89 por botijão de 13 quilos. No ano, acumulado é de 21,9% de alta, o que corresponde a R$ 60,8 por botijão.

Conforme a Petrobras, a metodologia de precificação acompanha o movimento do mercado internacional, para cima e para baixo.

“Os preços de GLP praticados pela Petrobras seguem a dinâmica de commodities em economias abertas, tendo como referência o preço de paridade de importação, formado pelo valor do produto no mercado internacional, mais os custos que importadores teriam, como frete de navios, taxas portuárias e demais custos internos de transporte para cada ponto de fornecimento”, informou.

Em nota, a estatal afirma que o GLP é vendido a granel e que as distribuidoras são as responsáveis pelo envase nos botijões e, junto com as revendas, responsáveis pelos preços ao consumidor final.

Pesquisa da ANP aponta que, nas últimas quatro semanas, o gás de cozinha acumula alta de 5,97% em Mato Grosso do Sul. 

No início de novembro, o valor médio do botijão era de R$ 68,31, enquanto na semana entre os dias 22 a 28 de novembro, o preço médio foi de R$ 72,39.

Conforme a Petrobras, 43% do preço ao consumidor final correspondem atualmente à parcela da Petrobras e os demais 57% traduzem as parcelas adicionadas ao longo da cadeia até clientes finais, como tributos e margens brutas de distribuição e revenda.

Os preços são livres e variam nos postos de venda aos consumidores.


Fonte: Correio do Estado