Domingo, 18 de Abril de 2021

Comércio verejista de MS apresentou quarto melhor desempenho do país em janeiro


O Estado ficou atrás apenas de Minas Gerais (8,3), Tocantins (3,7%) e Acre (1,1%)
Foto: Ilustrativa

Com crescimento no volume de vendas do comércio varejista na passagem do mês de dezembro para janeiro, Mato Grosso do Sul teve o 4º melhor resultado do Brasil. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (12), pelo IBGE.

O Estado ficou atrás apenas de Minas Gerais, (8,3), Tocantins (3,7%) e Acre (1,1%).

O volume de vendas no varejo sul-mato-grossense teve ajuste sazonal com queda (0,8%), invertendo a queda de dezembro, que apresentou resultado de -6,5%. Foi maior queda para um mês de dezembro de toda a série histórica da PMC, iniciada em 2000 pelo IBGE.

A pesquisa constrói indicadores que possibilitam acompanhamento conjuntural do comércio varejista de todo o Brasil. São investigadas as receitas brutas de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

O mês de janeiro de 2021 teve crescimento de 1,4% em comparação com o mesmo mês de 2019. No acumulado do ano, o varejo registrou 1,4%, já nos últimos 12 meses, o cenário é de 4,5%.

Já a receita nominal de vendas apresentou aumento de 0,3% no mês de janeiro em relação a dezembro e aumento de 8% em relação a janeiro de 2020. A variação acumulada nos últimos 12 meses ficou em 7,9%.

O comércio varejista ampliado subiu 3,2% em MS em comparação com janeiro de 2020, quinto resultado positivo consecutivo. O acumulado nos últimos doze meses para o varejo ampliado aumentou o ritmo na passagem de dezembro (3,6%) para janeiro (3,8%).

Brasil

Em geral, as vendas no comércio varejista ficaram estáveis no país ( -0,2%), em comparação com dezembro de 2020.

Na comparação com janeiro do ano passado, o varejo registrou -0,3%, primeira taxa negativa após sete meses consecutivos de taxas positivas. O indicador acumulado nos últimos 12 meses ficou em 1,0%.

“Com a diminuição do aporte de recursos do auxílio emergencial, a partir de outubro, a capacidade de consumo das famílias diminuiu, com impacto direto no comércio, levando os indicadores à estabilidade em novembro (- 0,1%), uma queda em dezembro (-6,2%), e, agora, outra estabilidade em janeiro (-0,2%)”, afirmou o gerente da PMC, Cristiano Santos.


Fonte: Correio do Estado