Segunda-Feira, 10 de Maio de 2021

Mato Grosso do Sul está entre os 10 estados que mais contrataram com carteira assinada em 2020


O saldo positivo é de quase 14.200 - Foto: Valdenir Rezende

O estado do Mato Grosso do Sul ficou entre os TOP 10 que mais contrataram com carteira assinada no ano de 2020.

A análise foi retirada de dados colhidos pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), publicado nesta quinta-feira (28).

Segundo o levantamento, no ano passado, o estado preencheu 14.173 vagas de trabalho com carteira assinada.

O saldo positivo é resultado do intervalo entre as 213.034 contratações e as 198.861 demissões.

Os outros estados do país que ficaram à frente de Mato Grosso do Sul foram: Santa Catarina (53.050), Paraná (52.670), Pará (32.789), Minas Gerais (32.717), Goiás (26.258), Mato Grosso (21.970), Maranhão (19.753) e Ceará (18.546).

Contrariando as estatísticas trazidas pelo cenário da pandemia da Covid-19 no Brasil, Mato Grosso do Sul fechou 9 meses no azul e apenas 3 no vermelho, ou seja, com número maior em demissões.

Dentre os piores meses para o mercado estão dois que antecederam a crise, sendo abril (-6.992) e maio (-1.992), e, por último, dezembro (-1.933).

Além dos números positivos para as assinaturas em carteira de trabalho, também está a abertura de empresas em 2020.

Ao todo, o estado abriu 7.903 portas, mais um recorde para Mato Grosso do Sul, considerando a série histórica dos anos 2000.

O resultado foi 11,51% superior aos 7.087 novos CNPJs constituídos no mesmo período de 2019.

Do montante contabilizado no intervalo de janeiro a dezembro, 5.026 empresas são do setor de serviços, representando 63,6% do total, 2.540 são do comércio (32,14%) e 337 são indústrias (4,26%).

“A liderança ficou com os setores do comércio e serviços, então muitas pessoas aproveitaram o feeling de negócios anteriores para abrir empresas. É no momento de crise que muitas oportunidades são encontradas”., explica a economista da Federação do Comércio de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS), Daniela Teixeira.


Fonte: Correio do Estado