Sábado, 12 de Junho de 2021

Vendas no varejo de MS crescem 2,1%em abril, maior alta para o mês desde 2008


Mato Grosso do Sul ocupou a 18ª posição no ranking nacional.
Rua do Comércio em Naviraí. Foto:Google

O IBGE divulgou, nesta terça-feira (08), a Pesquisa Mensal de Comércio. O estudo produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. O volume de vendas do comércio varejista sul-mato-grossense aumentou 2,1% na passagem de março para abril, a maior alta para o mês desde 2008 (3,5%), após queda de 0,5% em março. O acumulado no ano chegou a 7,9%. Já o acumulado nos últimos 12 meses foi 7,7%. Na comparação com abril do ano passado, o volume de vendas no varejo no estado cresceu 24,3%, com taxa positiva consecutiva desde maio de 2020. O comércio varejista ampliado registrou 37,7% de aumento que confronta o resultado do mês com igual mês do ano anterior. O aumento recorde é explicado pela base de comparação baixa. “Em abril de 2020, foi o maior tombo do índice na série histórica da PMC. Então quando olhamos para essas grandes variações, precisamos lembrar que muitas dessas lojas declararam uma perda muito grande de receita. Por exemplo, se uma loja tinha um faturamento de R$ 100 mil e em abril ela só vendeu 10%, depois, se ela crescer 100%, ela passa de R$10 mil para R$20 mil. Ou seja, o patamar ainda está muito baixo em relação ao cenário que se tinha antes da pandemia”, explica o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas cresceu 3,7% frente a março (1,0%). Houve alta de 37,7% frente a abril de 2020. O acumulado no ano foi para 15,3% e o acumulado em 12 meses, para 9,9%. De março para abril de 2021, na série com ajuste sazonal, a taxa nacional de vendas do comércio varejista foi de 1,8%, com resultados positivos em 21 das 27 unidades da Federação, com destaque para Distrito Federal (19,6%), Rio Grande do Sul (14,9%) e Amapá (10,8%). Por outro lado, pressionando negativamente, estão quatro UFs, com destaque para Mato Grosso (-1,4%), Alagoas (-1,1%) e Sergipe (-0,8%). Mato Grosso do Sul ocupou a 18ª posição no ranking. 


Fonte: Assessoria