Sábado, 24 de Julho de 2021

Comparado a Einstein, garoto de 11 anos quer tornar humanos imortais


Laurent Simons: jovem é graduado em Física (KENZO TRIBOUILLARD/AFP via Getty Images/Getty Images)

             Um garoto prodígio de apenas 11 anos é o segundo estudante mais jovem do mundo a se formar em uma universidade, de acordo com o De Telegraaf. Ele conseguiu se graduar pela Universidade de Antuérpia com um diploma de bacharel em física e tem planos de se tornar imortal.

             Laurent Simons, da cidade belga de Ostend, na Bélgica, obteve uma distinção maior do que todos os outros alunos. Ele também concluiu o curso em apenas um ano, em vez dos três anos habituais.

             Segundo o site, Laurent é o segundo mais jovem do mundo a receber um diploma de universidade, atrás apenas de Michael Kearney, que se formou em Antropologia pela University of South Alabama em 1994, aos 10 anos.

             O estudante poderia ter se formado ainda mais jovem, mas ele abandonou a Universidade de Eindhoven, na Holanda, em 2019, quando tinha 9 anos, depois que as autoridades se recusaram a deixá-lo se formar antes de seu décimo aniversário, em 26 de dezembro.

             Na época, o pai de Laurent, Alexander Simons, acusou a faculdade de criticá-lo por toda a atenção da mídia que seu filho estava recebendopara mostrar sua inteligência.

             "Se uma criança joga bem futebol, nós supomos que a atenção da mídia é grande. Meu filho tem um talento diferente. Por que ele não deveria se orgulhar disso?" disse ele, ao jornal holandês De Volkskrant.

LAURENT QUER SE TORNAR IMORTAL

             Em declarações ao jornal holandês De Telegraaf, Laurent disse que não se importa com o fato de ser muito jovem. Para ele, o que importa é obter conhecimento.

             "Imortalidade, esse é o meu objetivo. Quero ser capaz de substituir o maior número possível de partes do corpo por partes mecânicas. Eu tracei um caminho para chegar lá. Você pode ver isso como um grande quebra-cabeça. Física quântica - o estudo das menores partículas - é a primeira peça do quebra-cabeça", disse ele

             "Duas coisas são importantes neste estudo: adquirir conhecimento e aplicar esse conhecimento. Para alcançar o segundo, quero trabalhar com os melhores professores do mundo, olhar dentro de seus cérebros e descobrir como eles pensam", finalizou.


Fonte: UOL