Quarta-Feira, 27 de Outubro de 2021

Futuro da energia: ações para redução de consumo vão de consumidores a usinas


Aqui no Brasil o problema da seca se agravou este ano devido a falta de chuvas.
Ilustração

Um levantamento realizado pelo centro de pesquisas norte-americano World Resources Institute revelou que cerca de 2,6 bilhões de pessoas no mundo vivem em regiões que possuem pouca ou nenhuma reserva de água.

Aqui no Brasil o problema da seca se agravou este ano devido a falta de chuvas. Desde o início do segundo semestre de 2021, a Agência Nacional de Águas (ANA) declarou situação crítica de escassez hídrica em cinco regiões do país.

O problema da falta de água afeta diretamente os reservatórios das usinas hidrelétricas brasileiras e a necessidade de colocar em operação as termoelétricas, que possuem um custo de operação mais elevado. Com isso, a conta de luz aumenta.

Para tentar combater este problema, o governo federal lançou um plano para incentivar a redução do consumo.

Até dezembro quem reduzir o consumo em pelo menos 10%, em comparação com o mesmo período do ano passado, vai receber um bônus de R$0,50 para cada quilowatt-hora entre setembro e dezembro de 2021 em relação ao mesmo período de 2020. 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) também vem atuando para incentivar a redução do consumo. 

Desde o ano passado foi lançada a campanha “Energia elétrica, Se desperdiçar vai faltar”. O Diretor-Geral da Aneel, André Pepitone, diz que o objetivo é alertar os consumidores. 

“Contamos com o apoio de todos os brasileiros para que tomem cuidado no uso de energia, porque é um bem que está escasso e que está caro. Juntando ações para aumentar a oferta e para reduzir a demanda, nós vamos continuar tendo controle do sistema”.

Itaipu

A economia é uma palavra-chave na maior hidrelétrica do Brasil que desenvolveu um programa para produzir mais energia utilizando menos água. 


Fonte: Rádio Caçula